Vem aí…

09/07/2014
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A úlltima exibição…

02/06/2014

O último filme do Terça tem Cinema foi “Rashomon”, 1950, de Akira Kurosawa. Após a exibição, como de costume,  aconteceu um bate-papo super legal e enriquecedor sobre o filme – responsável por tornar o cinema japonês mundialmente conhecido.

Se você perdeu,  fica aí a dica e o trailer de um clássico do cinema:

*** No mês de junho não teremos exibição, nosso retorno fica para julho, no dia 29, com o filme “Amnésia” , EUA, 2000, com a direção de  Christopher Nolan.

Esperamos vocês!

 

 

 


Discussão em 2012 será sobre o cinema no cinema

14/02/2012

Os filmes de 2012 já foram escolhidos! Esse ano o tema do cineclube é “Cinema no cinema”. A ideia é debater sobre a própria produção e a indústria cinematográficas e a maneira como ela é abordada em diversos filmes, por diferentes cineastas e culturas.

Podemos observar em várias obras uma reflexão sobre o meio do cinema, mesmo que de forma implícita, através de homenagens a movimentos cinematográficos, técnicas ou características marcantes de diretores ou períodos. Entretanto, para evitar um debate muito amplo sobre a arte cinematográfica, optamos por filmes em que o tema “cinema” seja mostrado de maneira mais explícita.

A discussão vai levar em consideração a realidade cinematográfica apresentada em cada obra. Afinal, os modos de realização do cinema variam de acordo com a visão do cineasta, mas também com o público que se tem em mente, o país em que o filme é rodado, dentre outros aspectos culturais.

Outro ponto que a discussão deverá abordar será a presença da metalinguagem na narrativa das diferentes películas escolhidas, a forma como o próprio cinema fala sobre si mesmo e se autorreferencia. Em alguns momentos, o assunto será a relação do público com o cinema, ou ainda o “filme dentro do filme”, ou outros aspectos da produção e da fruição do universo do cinema.

Ao todo, serão oito filmes, de diversas nacionalidades. Iniciaremos as exibições com o filme norte-americano A Rosa Púrpura do Cairo.

programação completa já está disponível. Confira!


“Tranche de vie”*

23/03/2011

*Sol Sloboda escreveu este texto. Trata-se do programa distribuído durante exibição de “Mais Estranho que a Ficção”, no dia 22 de março de 2011.


É hoje! Mais Estranho que a Ficção no Terça tem cinema

22/03/2011

Hoje o Terça tem cinema dá início à programação 2011 com a exibição do filme Mais Estranho que a Ficção. O filme rola no miniauditório do Campus Curitiba (Av. Sete de Setembro, 3.165 – Rebouças), às 18h30, com entrada gratuita. No final, sempre tem bate-papo. Apareça!

Mais Estranho que a Ficção (2006)*

Dizer que Hollywood passa por um período negro não é novidade alguma.

Há uma crise criativa incrível no cinema comercial norte-americano. Parece que o medo de rejeição dominou completamente os roteiristas e, para evitarem o fim amargo dos que ousam, tudo que se produz hoje em dia tem uma cara insossa de enlatados. Filmes saídos direto da linha de montagem. O festival de clichês que se acumulou nas últimas cinco dédacas faz com que quase qualquer filme, drama ou comédia, seja previsível. Espantamo-nos quando podemos dizer:

– Nossa, que filme diferente!

O advento de Charlie Kaufman, com seu “Quero Ser John Malkovich”, foi um sopro de inovação em meio ao desgastado paradigma dos filmes americanos. Num misto de realismo mágico e absurdo kafkiano, Kaufman apresentou a luz no fim do túnel: é possível ser criativo e, mesmo assim, comercial.

No melhor estilo kaufmanesco, surge “Mais Estranho que a Ficção”, dirigido por Marc Foster e roteiro de Zach Helm. Um filme inovador, mas sem jogar a criança com a água do banho. Aproveita o que há de melhor no paradigma tradicional da escrita de roteiros — apresentação, ponto de virada, desenvolvimento, ponto de virada II, desfecho –, mas com uma temática diferente e metalingüística.

Harold Crick, interpretado por Will Ferrel, o queridinho cômico do momento, é um auditor da Receira Federal. Num dia convencional, ele começa a ouvir uma voz, narrando tudo que ele faz. Primeiro, ele pensa estar louco, mas logo percebe que esta sugestão não é satisfatória. Crendo-se ser um personagem numa história literária, ele procura a ajuda do professor de Literatura Jules Hilbert (Dustin Hoffman), para descobrir quem é e em qual história está.

O desenvolvimento é brilhante. Esperamos o tempo todo por aquele deslize que derrubará o enredo e transformará este filme em mais uma daquelas comédias simplórias. Mas não; “Mais Estranho que a Ficção” se sustenta, do começo ao fim, sem dar respostas fáceis, sem abrir mão da sua ludicidade, sem tentar nos enganar com clichês.

A prova de que arriscar não é um salto sem rede de segurança; de que é possível sim ser criativo, sem abrir mão do entrenenimento.

* Texto escrito por Henry Alfred Bugalho e publicado no blog O Crítico.


Iniciando os trabalhos de 2011: Mais Estranho que a Ficção

09/03/2011

O Terça tem cinema inicia as exibições de 2011, em março, com o filme Mais Estranho que a Ficção.

Dia: 22 de março
Hora: 18h30
Local: miniauditório do Campus Curitiba da UTFPR

Confira ficha técnica e assista ao trailer.

Ficha técnica

Título original: Stranger Than Fiction
Gênero
: Comédia
Duração
: 113 min
Ano de lançamento
: 2006
País
: EUA
Estúdio
: Mandate Pictures / Three Strange Angels / Crick Pictures LLC
Distribuidora
: Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
Direção
: Marc Forster
Roteiro
: Zach Helm
Produção
: Lindsay Doran
Música
: Britt Daniel e Brian Reitzell
Fotografia
: Roberto Schaefer
Direção de arte
: Craig Jackson
Figurino: Frank L. Fleming
Edição: Matt Chesse
Efeitos especiais: Digital Dimension / Proof / Fiction Science / Intelligent Creatures Inc. / MK 12 / Mokko Studio / Klon Films / Bar X Seven / Double Negative
Elenco: Will Ferrell (Harold Crick), Maggie Gyllenhaal (Ana Pascal), Emma Thompson (Kay Eiffel), Queen Latifah (Penny Escher), Dustin Hoffman (Prof. Jules Hilbert).

Sinopse
Certa manhã Harold Crick (Will Ferrell), um funcionário da Receita Federal, passa a ouvir seus pensamentos como se fossem narrados por uma voz feminina. A voz narra não apenas suas idéias, mas também seus sentimentos e atos com grande precisão. Apenas Harold consegue ouvir esta voz, o que o faz ficar agoniado. Esta sensação aumenta ainda mais quando descobre pela voz que está prestes a morrer, o que o faz desesperadamente tentar descobrir quem está falando em sua cabeça e como impedir sua própria morte.

Trailer



Programação 2011

08/03/2011


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