Vem aí…

09/07/2014

A úlltima exibição…

02/06/2014

O último filme do Terça tem Cinema foi “Rashomon”, 1950, de Akira Kurosawa. Após a exibição, como de costume,  aconteceu um bate-papo super legal e enriquecedor sobre o filme – responsável por tornar o cinema japonês mundialmente conhecido.

Se você perdeu,  fica aí a dica e o trailer de um clássico do cinema:

*** No mês de junho não teremos exibição, nosso retorno fica para julho, no dia 29, com o filme “Amnésia” , EUA, 2000, com a direção de  Christopher Nolan.

Esperamos vocês!

 

 

 


Próxima Sessão: Forrest Gump

13/10/2011

Na essência, no âmago, no avesso, internamente à mostra, de um modo genuíno, natural, individual.

Forrest está onde todos deveriam permanecer.

Terça, 25 de outubro, às 18h30, no miniauditório da UTFPR.


Jogo de Cena – Trailer

19/09/2011


Escritores nas telas

15/03/2011

Como o primeiro filme da seleção de 2011 é “Mais Estranho que a Ficção”, selecionei alguns outros filmes que falam sobre escrita e escritores. A lista estava ficando gigantesca, mas resolvi cortar alguns que eram mais ou menos óbvios, além de outros que só mostram gente e uma máquina de escrever na mesma cena. Também fiz questão de excluir os filmes ruins e odiosos (na minha opinião).

Por isso, algumas omissões mais óbvias são, por exemplo, “Meu Primeiro Amor” (ela escrevia poemas, e faz um curso de escrita criativa, e se apaixona pelo professor, mas isso não é o mais importante) e “Pergunte ao Pó” (Fante se revirando no túmulo vendo seu alter-ego, Arturo Bandini, se transformando em algo bizarro).

É importante frisar que É ÓBVIO que faltam muitos filmes. Fiquem à vontade para sugerir mais nos comentários.

De toda forma, sem mais delongas, vamos à lista:

O Carteiro e o Poeta (1994)

Pablo Neruda é exilado na Itália. Praticamente sem contato humano, exceto a entrega de correspondência diária. O carteiro, por sua vez, começa a aprender a beleza da poesia, talvez menos como escrita por si, mas como uma forma de enxergar o mundo.

Barton Fink (1991)

Filme dos Irmãos Coen, o que já diz muito. John Turturro (grande ator subestimado) faz o personagem título, encarcerado num hotel, obrigado a escrever um roteiro para um filme sobre lutas. E, bem, é um filme dos Coen. Qualquer detalhe a mais estragaria o filme.

Adaptação (2002)

Esse filme repete a dobradinha de “Quero Ser John Malkovich”: Spike Jonze na direção e Charlie Kauffman nos roteiros. Passamos esse filme no fim do primeiro ano do clube. A história é a do próprio Charlie (e seu irmão Donald) tentando escrever um roteiro que adapte para as telas o livro-reportagem “O ladrão de orquídeas” de Susan Orlean. Até certo ponto. Depois o filme vira outra coisa.

As Horas (2002)

Este é baseado num livro de mesmo nome que, por sua vez, deriva do “Mrs. Dallway”, um dos clássicos de Virgínia Wolf. No filme acompanhamos três mulheres de épocas diferentes. A própria Virgínia, em vias de acabar com a própria vida, uma jovem mãe de família, leitora do tal livro e, por fim, uma Mrs. Dalloway contemporânea. Todas as histórias se cruzam e, no fim, tudo faz sentido.

O Livro de Cabeceira (1996)

Este é mais complicado. Mas, vamos tentar. É a história de uma menina que é filha de um escritor. Todo ano, no seu aniversário, o pai pinta seu rosto com ideogramas japoneses. Isso deixa ela alucinada com caligrafia e desenvolve uma tara por ter seu corpo escrito. Até que ela conhece o Ewan Mcgregor, que tem uma caligrafia terrível, mas é um bom escritor. Aí ela decide, ela própria, começar a escrever, meio que como vingança em relação ao editor do pai dela. E isso, pelo que me lembro, são só 30 minutos iniciais do filme.

Barfly (1987)

Baseado na obra de Charles Bukowski. Quem conhece o velho Buk sabe que ele, em geral, escreve sobre si mesmo. Ou seja: beber, transar e escrever (perdendo muitos sub-empregos no meio do caminho). E, como o personagem central é o Henry Chinaski, seu mais célebre alter-ego, o filme não foge muito disso.

O Iluminado (1980)

Você não viu esse filme? Sério? Bem, o máximo perdoável é não se lembrar que havia um escritor, mas o personagem de Jack Nicholson era um dramaturgo em busca de inspiração. “Muito trabalho e pouca diversão, fazem de Jack um grande bobão”.

Desejo e Reparação (2007)

Um erro infantil tem consequências devastadoras e a imortalidade da ficção é uma das poucas possibilidades de redenção. Qualquer palavra a mais, caso você não tenha visto, estragaria a sessão. Além de tudo, tem uma fotografia bonita de doer.

Desconstruindo Harry (1997)

Woody Allen é, também, escritor (e jazzista, e diretor, e ator, e roteirista e já fazia stand up quando a moçada do CQC nem existia, quem dirá suas fraldas). Por isso é difícil apontar um filme onde essa marca seja mais pesada. Fico com “Desconstruindo Harry” mais por estar centrada na figura de um escritor, que passa o filme lidando com seus personagens, que não deixam de ser manifestações de si mesmo. Uma curiosidade: o Robin Williams não aparece no filme e, por isso, não é creditado no início.

Louca Obsessão (1990)

Um escritor, que é o James Caan, sofre um acidente numa área isolada e fica aos cuidados de uma enfermeira que não só é a Kathy Bates (atenção para o sobrenome), como é, literalmente, louca pelos livros dele. Quando ela descobre que o personagem favorito dela vai morrer no próximo livro, ela surta.

Menção honrosa: Johnny Depp

Ele interpretou escritores em “Medo e Delírio em Las Vegas” (1998), “Em Busca da Terra do Nunca” (2004), “Janela Secreta” (2004) e “O Libertino” (2004). Além disso, ele faz um travesti cubano em “Antes do Anoitecer” (2000), filme com o Javier Barden que conta a história do escritor Reinaldo Arenas.


Iniciando os trabalhos de 2011: Mais Estranho que a Ficção

09/03/2011

O Terça tem cinema inicia as exibições de 2011, em março, com o filme Mais Estranho que a Ficção.

Dia: 22 de março
Hora: 18h30
Local: miniauditório do Campus Curitiba da UTFPR

Confira ficha técnica e assista ao trailer.

Ficha técnica

Título original: Stranger Than Fiction
Gênero
: Comédia
Duração
: 113 min
Ano de lançamento
: 2006
País
: EUA
Estúdio
: Mandate Pictures / Three Strange Angels / Crick Pictures LLC
Distribuidora
: Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
Direção
: Marc Forster
Roteiro
: Zach Helm
Produção
: Lindsay Doran
Música
: Britt Daniel e Brian Reitzell
Fotografia
: Roberto Schaefer
Direção de arte
: Craig Jackson
Figurino: Frank L. Fleming
Edição: Matt Chesse
Efeitos especiais: Digital Dimension / Proof / Fiction Science / Intelligent Creatures Inc. / MK 12 / Mokko Studio / Klon Films / Bar X Seven / Double Negative
Elenco: Will Ferrell (Harold Crick), Maggie Gyllenhaal (Ana Pascal), Emma Thompson (Kay Eiffel), Queen Latifah (Penny Escher), Dustin Hoffman (Prof. Jules Hilbert).

Sinopse
Certa manhã Harold Crick (Will Ferrell), um funcionário da Receita Federal, passa a ouvir seus pensamentos como se fossem narrados por uma voz feminina. A voz narra não apenas suas idéias, mas também seus sentimentos e atos com grande precisão. Apenas Harold consegue ouvir esta voz, o que o faz ficar agoniado. Esta sensação aumenta ainda mais quando descobre pela voz que está prestes a morrer, o que o faz desesperadamente tentar descobrir quem está falando em sua cabeça e como impedir sua própria morte.

Trailer



Filme de dezembro: Anti-herói americano

02/12/2010

O Terça tem cinema exibe em dezembro o filme, que não é uma animação (oi?), Anti-herói americano. É o último do ano!!
Dia: 14 de dezembro
Hora: 18h30
Local: miniauditório do Campus Curitiba da UTFPR

Confira ficha técnica e assista ao trailer.

Ficha técnica

Título original: American Splendor
Gênero
: Drama
Duração
: 100 min
Ano de lançamento
: 2003
País
: EUA
Estúdio
: Good Machine / HBO
Distribuidora
: Fine Line Features
Direção
: Robert Pulcini, Shari Springer Berman
Roteiro
: Robert Pulcini e Shari Springer Berman, baseado nas histórias em quadrinhos de Harvey Pekar e Joyce Brabner
Produção
: Ted Hope
Música
: Mark Suozzo
Fotografia
: Terry Stacey
Edição
: Robert Pulcini
Elenco
: Paul Giamatti (Harvey Pekar), Hope Davis (Joyce Braber), Earl Billings (Sr. Boats), James Urbaniak (Robert Crumb), Judah Friedlancer (Toby Radloff)

Sinopse
O balconista de hospital Harvey Pekar (Paul Giamatti) deixa cair no chão alguns arquivos de óbito e encontra a ficha de um homem que trabalhou a vida inteira como balconista em Cleveland ­ um emprego burocrático, exatamente como o dele. Esse episódio, combinado com o fato de ter visto o seu amigo Robert Crumb (James Urbaniak) se tornar uma pequena celebridade em São Francisco como cartunista, o inspiram a criar a sua própria revista em quadrinhos, chamada American Splendor. A revista, publicada em 1976 com grande sucesso, retratava com realismo o cotidiano do próprio Harvey, um amante compulsivo de jazz e livros.

Trailer (em inglês, sem legenda)



%d blogueiros gostam disto: