“O gigante do Japão”: enorme surpresa

Pela segunda vez consecutiva, alunos do 1º ano noturno do cuso de Técnico em Produção de Áudio e Vídeo, do Colégio Estadual do Paraná, assistiram à exibição de um filme do projeto “Terça tem cinema”. Dessa vez, os estudantes tiveram contato com a película “O gigante do Japão”. Acompanhe o relato deles e confira como o filme se mostrou surpreendente – positiva para uns, negativamente para outros:

“O Japão possui sua juventude e sua nova geração, como qualquer outra nação os possui. Os valores culturais de seu povo são seu maior tesouro. O filme mostra que o Japão tem como seu ‘fantasma’, seu vilão, o imperialismo ideológico, econômico, consumista – o prostituidor da cultura”, Tiago P. S. Albuquerque.

“O filme é bastante confuso. Imagens e personagens bem diferentes. Mas acredito que por trás da brincadeira e, às vezes, do ridículo, nos mostra situações do dia-a-dia e questões éticas sobre assuntos bem complexos os quais, geralmente, acabamos nem percebendo.
Achei um filme fora das proporções habituais mas, de qualquer forma, bem interessante”, Robson Souza.

“De início, mostra a vida medíocre de um simples trabalhador japonês. No decorrer, se descobre que o homem entrevistado é um herói. Esse filme tem um diferencial em relação aos demais de ‘super-heróis’. Neste, o herói é um cara normal, que sofre para sobreviver; é até ridicularizado pela população. Desse filme se podem criar várias discussões, pelo fato de como são construídos os efeitos especiais, cenários, a linguagem em si”, Patrícia Marques Evangelista.

“O filme surpreende pela linguagem documental que é apresentada durante todo o filme. No entanto, em vez dessa primeira impressão – a de que é um documentário convencional – é um documentário ficcional, cheio de humor, efeitos especiais. Mostra as batalhas heróicas do gigante, que não tem seus feitos valorizados. Sua vida conjugal é fracassada; o personagem tem como único amigo um gato – diferentemente dos heróis convencionais, idolatrados pelo povo”, Nadine Nascimento de Cristo.

“É uma sátira de forma sutil. Mostra a influência norte-americana que os japoneses vêm sofrendo, absorvendo a cultura ocidental. Uma crítica aos próprios japoneses, ao usar os mesmos elementos que nós ocidentais os conhecemos como ‘super-heróis’ x ‘super-vilões’”, João Henrique Xavier de Campos.

“Um homem que não queria ser ou se tornar tão grande e conhecido como se tornou foi praticamente obrigado a assumir o papel de herói de sua terra. No quesito história, achei um pouco fraco, mas tem uma combinação que parece que deu certo. O final, meio que ‘Liga da Justiça’, me deixou surpreso”, Franklin.

“Iniciando-se aparentemente como um documentário e com um final bizarro surpreendente, ‘Gigante do Japão’ mistura de forma incomum e irreverente a ficção com a realidade. Realmente, muito bom!”, Daniel Valoto.

“Aparentando no início um simples documentário, o filme surpreendeu com a história de um herói que tinha uma vida pessoal fracassada e derrotava monstros nojentos e bizarros. Possui efeitos especiais toscos, bom humor e crítica. Excelente para abrir debates e fazer pensar”, Camila Marçal.

“No começo, parece ser um documentário normal, como qualquer outro. Depois, vemos que é ficcional, mas que trata de vários problemas reais que uma pessoa real tem. Como seu problema amoroso: divorciado, ele sofria pela ex-mulher. Também tem este problema: os países desvalorizam suas culturas para introduzir a cultura estadounidense (ou mesmo o imperialismo estadounidense)”, Bianca Caroline Jucá.

* Texto enviado pelo professor Wagner de Alcântara Aragão

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